Após meses de especulações e polêmicas, o exame de DNA concluiu que o apresentador Gugu Liberato não é pai de Ricardo Rocha, um comerciante de 50 anos que buscava o reconhecimento da paternidade. O resultado trouxe um ponto final a um capítulo conturbado envolvendo o nome do apresentador, falecido em 2019.
Entenda o caso
Ricardo Rocha alegava que sua mãe havia tido um breve relacionamento com Gugu na década de 1970, quando trabalhava como babá. Segundo ele, a morte do apresentador foi um gatilho para buscar respostas sobre sua origem. "Quero o sobrenome Liberato e o direito que vem com ele", declarou em entrevistas anteriores.
A família de Gugu, embora inicialmente surpresa, concordou com a realização do exame. As gêmeas Marina e Sofia, filhas do apresentador, expressaram ceticismo sobre a possibilidade de paternidade, apontando inconsistências nas datas mencionadas.
Advogado comenta decisão
O advogado da família Liberato, Nelson Wilians, destacou a importância do exame para preservar a memória de Gugu. "Essa situação, embora delicada, reforça a necessidade de resolver questões com base em fatos e não em especulações", afirmou.
Repercussões
Com a confirmação de que Gugu não é o pai biológico de Ricardo, a polêmica em torno do caso deve esfriar. No entanto, o comerciante não descarta outras medidas legais. "Respeito o resultado, mas minha busca por respostas não acabou", afirmou.
O legado de Gugu
Apesar das disputas envolvendo sua herança e questões familiares, Gugu Liberato continua sendo lembrado como um dos maiores ícones da televisão brasileira. Sua carreira, marcada por carisma e inovação, segue como inspiração para muitos.